Brasil
Aim: The aim of this study was to assess age as a cardiovascular risk factor in patients with and without metabolic syndrome treated in an outpatient nutrition service. Methods: Sociodemographic, behavioral, anthropometric and clinical data, including dietary intake, were collected. Results: Participants were 56 adults aged on average 45 ± 10.9 years. Of these, 29 (51.7%) had three or more risk factors for metabolic syndrome, and the most frequent were dislypidemia (p<0.001), hypertension (p<0.001), insulin resistance/diabetes mellitus (p<0.001) and high waist circumference (107.2 ± 14.1cm). Physical inactivity was detected in 75.9% of patients with metabolic syndrome. There was a statistically significant difference regarding mean age between groups, and individuals with metabolic syndrome had higher mean age (49.6 ± 7.5 years; p<0.001). Regarding daily food intake, there was no statistically significant difference between groups. Conclusion: It was concluded that age is possibly a major factor for the development of metabolic syndrome. Thus, appropriate nutrition intervention in the younger population is needed to prevent the progress of metabolic syndrome over time caused by increasing obesity and its several metabolic disorders that cultminate in metabolic syndrome.
Objetivo: O objetivo foi avaliar a idade como fator de risco cardiovascular em pacientes com e sem síndrome metabólica em atendimento ambulatorial da nutrição. Métodos: Foram coletados dados sociodemográficos, comportamentais, antropométricos e clínicos, além do consumo alimentar. Resultados: Foram avaliados 56 adultos, com média de 45 ± 10,9 anos. Destes, 29 (51,7%) apresentaram três ou mais fatores para a síndrome metabólica, dos quais os mais frequentes foram a dislipidemia (p<0,001), hipertensão arterial (p<0,001), resistência à insulina/diabetes mellitus (p<0,001) e circunferência da cintura elevada (107,2 ± 14,1cm). A inatividade física esteve presente em 75,9% dos pacientes com síndrome metabólica. A média de idade entre os grupos apresentou diferença significativa, sendo que os indivíduos com síndrome metabólica apresentaram uma média de idade maior (49,6 ± 7,5 anos; p<0,001). Quanto ao consumo alimentar diário, os grupos não diferiram estatisticamente. Conclusão: Conclui-se que possivelmente a idade se apresenta como um fator preponderante para o desenvolvimento da síndrome metabólica. Dessa forma, é necessário realizar a intervenção adequada na população mais jovem para evitar que esta evolua, no decorrer do tempo, como agravamento da obesidade e seus diversos transtornos metabólicos, que culminam na síndrome metabólica.
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