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Morte de Aemilius Paullus em Cana. Fazendo de herói um general derrotado (Polybius 3.112-117)

  • Autores: Darío N. Sánchez Vendramini
  • Localización: Classica: Revista Brasileira de Estudos Clássicos, ISSN 0103-4316, ISSN-e 2176-6436, Vol. 27, Nº. 1, 2014, págs. 185-196
  • Idioma: portugués
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  • Resumen
    • Os estudiosos modernos consideram Políbio uma fonte confiável de informação (por exemplo, WALBANK, 1957, p.16 e LEHMAN, 1967). O principal tema de sua nar­rativa são os acontecimentos políticos e militares que molda­ram a ascensão de Roma ao poder no mundo mediterrâneo; embora apenas porções das suas histórias sobreviveram, a sua superioridade em relação a outras fontes cobrindo este período é geralmente consensual. Em um estudo clássico, E. Marsden analisa Políbio como historiador militar e chegou à conclusão de que era um narrador preciso de eventos militares (MARS­DEN, 1974, p. 270-71). Seu relato da batalha de Canas é um bom exemplo, à medida que considera a descrição do combate melhor do que os relatos de Tito Lívio, assim como outras fon­tes posteriores. A reputação de Políbio como um historiador preciso é bem merecida, e não é o objetivo deste artigo afirmar o contrário. Sua reputação é provavelmente a razão pela qual os historiadores modernos aceitam sua descrição da função de Aemilius Paullus na luta em Canas, apesar de algumas contra­dições e adições fictícias. Na verdade, uma análise detalhada da sua descrição da batalha mostra que o historiador grego, de fato, amplia o enaltecimento de Paullus, e que sua versão das ações do cônsul no campo de batalha deve ser rejeitada.     


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