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Reorganização do trabalho para o Modelo Taylorista na Viação Férrea do Rio Grande do Sul (VFRGS).

    1. [1] Universidade Federal de Santa Maria

      Universidade Federal de Santa Maria

      Brasil

  • Localización: Revista Latino-Americana de História, ISSN-e 2238-0620, Vol. 1, Nº. Extra 3, 2012 (Ejemplar dedicado a: Edição Especial - Dossiê Lugares da História do Trabalho.), págs. 148-164
  • Idioma: portugués
  • Enlaces
  • Resumen
    • Este artigo trata da reorganização do trabalho na VFRGS que passa a se organizar dentro do o modelo produtivo taylorista.Na recuperação do espaço de trabalho e no retorno aos dias da primeira metade do século passado, este estudo procurou resgatar a experiência do trabalho na Viação Férrea do Rio Grande do Sul (VFRGS), valendo-se da documentação oficial e das memórias daqueles que vivenciaram essa experiência. Também buscou compreender as transformações que ocorreram na Viação Férrea a partir da implantação de práticas racionalistas, sob a orientação dos engenheiros.A proeminência do papel dos engenheiros na rede férrea não foi uma política isolada da VFRGS, mas fez parte de uma mentalidade de trabalho que passou a se difundir nas principais linhas férreas do país Esta reestruturação foi marcada pela divisão entre planejadores e executores; onde a predominância do saber técnico era o elemento definidor e necessário para se obter bons resultados.Essas mudanças significaram a modificação na seqüência e no conteúdo das tarefas, desqualificando a antiga forma de trabalho e enaltecendo uma suposta “qualificação”, na medida em que se associaram a essas a introdução de tecnologia, resultando em uma nova cultura de trabalho. Apesar dessas alterações, antigas formas de disciplina foram mantidas.


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