Cet article présente les crises révolutionnaires de 1968 en France et de 1974-75 au Portugal, rétrospectivement, comme rénovation et restauration des tentatives échouées de révolution prolétaire de 1917-21, qui ont eu lieu dans plusieurs pays européens. En articulant la notion benjaminienne de “remémoration” avec le concept debordien de “détour”, telles défaites sont inscrites chez la “tradition des vaincus” du mouvement prolétaire international. L’objectif est de mettre l’accent sur la contemporanéité de telle étude et de la prendre, prospectivement, en tant que donnée historique ouverte et, donc, encore incomplète et inachevée.
O artigo apresenta as crises revolucionárias de 1968 na França e de 1974-75 em Portugal, retrospectivamente, como renovação e restauração das tentativas derrotadas de revolução proletária de 1917-21, ocorridas em diversos países europeus. Ao articular a noção benjaminiana de “rememoração” com o conceito debordiano de “desvio”, tais derrotas são inscritas na “tradição dos vencidos” do movimento proletário internacional. O objetivo é enfatizar a contemporaneidade de tal estudo, tomando-o, prospectivamente, como um dado histórico aberto e, portanto, ainda incompleto e inacabado.
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