Es reseña de:
Entre a letra e a tela: literatura, imprensa e cinema na América Latina (1896-1932).
Miriam V. Gárate
Rio de Janeiro : Papéis Selvagens, 2017
“O espetáculo da moda no México é o cinematógrafo. Sua aparição tem comovido a capital.” É o que informa Luis G. Urbina em uma crônica publicada no jornal mexicano El Universal em agosto de 1896. O relato registra a repercussão local de algumas das primeiras projeções realizadas na América Latina com o aparelho inventado pelos irmãos Lumière. No mês anterior, o cinematógrafo já havia sido apresentado no Rio de Janeiro e em Buenos Aires. No mesmo ano, chegaria a Santiago. Em 1897, seria a vez de Lima.
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