Ayuda
Ir al contenido

Dialnet


A crítica idealista de russell à geometria kantiana

  • Autores: Marcos Amatucci
  • Localización: Problemata: Revista Internacional de Filosofía, ISSN-e 2236-8612, Vol. 8, Nº. 3, 2017, págs. 42-53
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Russell's idealist criticism to kantian geometry
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      Here we seek to establish a dialogue between Russell, in his idealistic phase, and the critical Kant, as far as Geometry is concerned. What matters in this dialogue is not so much the fate of parallels, but the grounds for apoditicity. This discussion has repercussions for the understanding of the Russellian logic and its differences with important logicians of his period. The study presents, in its first part, briefly the problem of the Critique of Pure Reason and the general ideas of Transcendental Aesthetics. Then the relation of the latter with Geometry in Kant. In the second part, it places An Essay on the Foundations of Geometry and the logic of Russell in the context of the idealistic phase of his work. Russell’s idealistic critique of Kant is presented in the form of an analysis of the propositions of the former in relation to the latter. Russell concludes that the mere emergence of new geometries is not enough to invalidate transcendental aesthetics, and its relation to Euclidean geometry in Kant. Russell's criticism, once investigated the geometric terrain, turns to a philosophical point of view of English idealism. To Russell's idealist EFG, the difference between synthetic and analytical judgments dissolves itself into the Hegelian dialectic of the whole-part. The refutation of the argument of space as a pure form of sensitivity brings to Russell the need for another source of justification of necessity, and Russell finds it in the generalization of a transcendental sense of exteriority: no more Euclidean, not to discriminate objects external to the subject, but among present objects.

    • português

      Buscamos aqui estabelecer um diálogo entre Russell, em sua fase idealista, e o Kant crítico, no que concerne à Geometria. O que importa neste diálogo não é tanto o destino das paralelas, e sim a fundamentação da apoditicidade. Esta discussão tem repercussões para a compreensão da lógica russelliana e suas diferenças com logicistas importantes de seu período. O estudo apresenta, em sua primeira parte, resumidamente o problema da Crítica da Razão Pura e as idéias gerais da Estética Transcendental. Em seguida, a relação desta última com a Geometria em Kant. Na segunda parte, situa o Ensaio sobre a Fundamentação da Geometria e a Lógica de Russell na fase idealista de sua obra. A crítica de Russell idealista a Kant é apresentada em forma de análise das proposições do primeiro em relação ao segundo. Russell conclui que o simples surgimento de novas geometrias não é suficiente para invalidar a estética transcendental, e sua relação com a Geometria euclidiana, em Kant. A crítica de Russell, uma vez investigado o terreno geométrico, volta-se a um ponto de vista filosófico do idealismo inglês.  Para o Russell idealista de EFG, a diferença entre juízos sintéticos e analíticos dissolve-se na dialética hegeliana da parte-todo. A refutação do argumento do espaço como forma pura da sensibilidade traz para Russell a necessidade de outra fonte de justificação da necessidade, e Russell a encontra na generalização de um senso de exterioridade transcendental: não mais euclidiano, não para discriminar objetos externos ao sujeito e sim entre objetos presentes.


Fundación Dialnet

Dialnet Plus

  • Más información sobre Dialnet Plus

Opciones de compartir

Opciones de entorno