O artigo analisa diversos aspectos da maternidade em cima de dados de uma pesquisa com mulheres de comunidades da periferia e do interior da Ilha de São Luís do Maranhão. A maternidade se configura como um fenômeno muito mais social do que biológico, sendo este último marcado notoriamente pela cultura e sociedade onde acontece. Enfatiza na noção de maternidade a face do desejo e da negação questionando a idéia de ela ser aceita sem conflitos pelas mulheres. Também relaciona maternidade com Saúde e Medicina apontando as dificuldades das mulheres com a medicina institucional e a importante contribuição delas nos cuidados da vida; em última instância, na formação do próprio saber médico.
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