O artigo apresenta alguns dados comparativos sobre a situação educacional de brancos e negros e discute a reação do movimento negro perante a situação dos negros do Brasil, especialmente no que se refere à identidade étnica da criança. Procura mostrar também a configuração que a valorização da identidade vai assumindo em diferentes momentos da luta, processo no qual a recuperação das raízes culturais adquire cada vez maior importância. Finalmente, o artigo comenta algumas experiências do movimento e propostas que apresentou em diferentes oportunidades, ao longo deste século, quando pôde atuar mais diretamente junto aos órgãos educacionais oficiais.
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