Este artigo analisa o lugar do homem, da mulher e das crianças na família pobre, considerando que estes lugares se definem dentro de uma estrutura hierárquica de relações, na qual a figura masculina representa a autoridade moral. A dinâmica dessas relações dá-se em torno de obrigações morais de reciprocidade, que constituem o princípio através do qual os pobres ordenam e atribuem sentido ao mundo social, na família e fora dela.
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