Preocupado em apreender a percepção dos trabalhadores-estudantes quanto ao ensino superior, que é comumente explicada como crença no "mito" da ascensão social, este artigo recorre a outro campo explicativo: o dos motivos subjetivos da ação social destes estudantes e da imagem que fazem de si mesmos, nas instituições empresa e escola. Destaca, dentre outros aspectos, a consciência que tais estudantes têm das hierarquias e desigualdades sociais, quanto à questão da ascensão social. Esta é problematizada, especificamente, a partir das colocações de M. Weber sobre a vocação ascética, bem como da vivência da autora ao lecionar em faculdades isoladas particulares de pedagogia.
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