Visando subsidiar o aprofundamento da questão do fracasso escolar de crianças das camadas populares, este texto relata pesquisa antropológica junto a crianças e jovens de uma favela carioca que estudam e trabalham: na lógica cultural de suas famílias, a obrigatoriedade do trabalho desde cedo assume outros significados, além da instância econômica; e a escola assume lugar e sentido ambíguos, gerando, para essas crianças, uma "escola de curta duração".
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