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A captura do tempo na escrita babilônica De António Lobo Antunes

  • Autores: Tatiana Prevedello
  • Localización: Abril: Revista do Estudos de Literatura Portuguesa e Africana - NEPA UFF, ISSN-e 1984-2090, Vol. 9, Nº. 19, 2017 (Ejemplar dedicado a: Metamorfoses da narrativa contemporânea), págs. 29-46
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • The capture of time in the Babylonian writing by António Lobo Antunes
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      The conception of the novel Didn’t see you in Babylon yesterday, by António Lobo Antunes, subverts the classic models of narration and employs the use of resources as the multiples of the narrative points of view, which combine and reorder the testimony of characters on a continuous basis, making it impossible for the reader to rely on a single finished version of the facts. The elaboration of fictional time, in this perspective, although it is organized in a linear form, since the novel is structured in chapters which correspond to a specific time in the course of na indelible dawn, is operationalized, through the perception of the characters and mnemonic resources that use to disorganize your memories, the experience of eternity. The analysis of the temporal markers which, according to Ricoeur, are allied to the construction of an eternal and imperceptible time, constitutes our object of study, which turns to a writing that, with insistence, questions its own form, limits and purposes. 

    • português

      A concepção do romance Ontem não te vi em Babilónia, de António Lobo Antunes, ao subverter os modelos clássicos de narração, instaura, em seu projeto de escrita, o emprego de recursos como os múltiplos pontos de vista narrativo, que combinam e (re)ordenam o testemunho das personagens de forma contínua, impossibilitando que o leitor se ampare em uma única e acabada versão dos fatos. A elaboração do tempo ficcional, nessa perspectiva, embora seja organizada de forma linear, uma vez que o romance se estrutura em capítulos que correspondem a uma hora específica no transcorrer de uma indelével madrugada, operacionaliza, por meio da percepção das personagens e dos recurso mnemônicos que utilizam para (des)organizar as suas lembranças, a experiência da eternidade. A análise dos marcadores temporais que, em conformidade com Paul Ricoeur, estão aliados à construção de um tempo eterno e inapreensível, constituI o nosso objeto de estudo, o qual se volta para uma escrita que, com insistência, questiona a sua própria forma, limites e finalidades. 


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