This paper analyses the novel Que cavalos são aqueles que fazem sombra no mar? (2009), by António Lobo Antunes, in order to understand how far his formal experimentation has gone, able to definitively dismantle the structure of the traditional narrative and the conventional reading protocols. Therefore, the theoretical foundations are based on the discussion of Umberto Eco about "open work" and "work in movement", Roland Barthes about "text of fruition", and Deleuze and Guattari about “book rhizoma”.
O presente artigo debruça-se sobre um romance de António Lobo Antunes, Que cavalos são aqueles que fazem sombra no mar? (2009), no intuito de perceber até onde tem ido sua experimentação romanesca, capaz de desmontar, definitivamente, a estrutura da narrativa tradicional e abalar os protocolos de leitura convencionais. Para tanto, parte das discussões teóricas de Umberto Eco sobre “obra aberta” e “obra em movimento”, de Roland Barthes sobre “texto de fruição” e de Deleuze e Guattari sobre “livro rizoma”.
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