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Concepções sobre escola e gênero na perspectiva de crianças abrigadas

  • Autores: Ana Cláudia Bortolozzi Maia, Nathália Pinheiro Orti, Vivian Bonani de Souza
  • Localización: Revista Ibero-Americana de Estudos em Educação, ISSN-e 1982-5587, Vol. 8, Nº. 2, 2013, págs. 501-512
  • Idioma: portugués
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  • Resumen
    • A escola e a família são contextos fundamentais para a formação de conceitos na infância e poucos estudos são realizados a partir do relato de crianças quando essas vivem em casa-abrigo. O objetivo deste estudo foi investigar que concepções as crianças em situação de abrigamento apresentam sobre escola e gênero. Participaram 22 crianças, de ambos os sexos, entre 4 e 6 anos, que responderam a uma entrevista com questões abertas para a análise de conteúdo. Para essas crianças, a escola foi associada a um espaço de oportunidade de estudo, favorável a elas mesmas, ainda que por necessidade ou obrigação e, eventualmente, com a presença de conflitos. O gênero foi percebido a partir de aspectos biológicos e psicossociais e as crianças atribuem sua identidade de gênero ao destino, à aprendizagem e às vantagens sociais. As crianças sentem-se pertencentes a um gênero de modo positivo, embora para isso atribuam desvantagens ao gênero oposto, relacionando o sexo masculino à agressividade e à violência. As crianças reproduzem alguns padrões e características sociais de gênero que, provavelmente, foram aprendidas em diferentes contextos. Conclui-se que estudos nessa área são importantes para desvelar as concepções na infância sobre a escola e a sexualidade, suas funções e representações, especialmente quando as crianças vivem em um contexto com características bem específicas como o abrigamento.


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