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La lucha por rupturas y reconstrucciones ontológicas y epistemológicas profundas y generalizadas como problemática de fondo de las universidades indígenas

    1. [1] Instituto del Convenio Andrés Bello
  • Localización: Laplage em revista, ISSN-e 2446-6220, Vol. 3, Nº. 3, 2017, págs. 65-73
  • Idioma: español
  • Títulos paralelos:
    • The struggle for deep and generalized ontological and epistemological ruptures and reconstructions as a fundamental problem of indigenous universities
    • A luta por rupturas e reconstruções ontológicas e epistemológicas profundas e generalizadas como um problema fundamental das universidades indígenas
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      El presente artículo es una reflexión sobre la problemática de la interculturalidad crítica como una herramienta de emancipación y como presupuesto teórico y práctico de la decolonialidad del ser y del saber, de las formas del conocimiento, del capital y de las formas patriarcales en cuanto formas de opresión. En el presente artículo haremos énfasis también en algunos de los dilemas y obstáculos que están pasando con los primeros esfuerzos de construcción de las universidades indígenas. A partir de los principios de la epistemología de Thomas Khun, consideramos que la colonialidad del saber y las formas del conocimiento del capital y el patriarcado interiorizadas en nosotros operan de forma similar a lo que Khun llamo “ciencia normal”. Defendemos que el diálogo entre saberes y horizontes civilizatorios diferentes sobre el mundo supone rupturas epistemológicas y ontológicas profundas previas al “dialogo de saberes.”

    • English

      This article is a reflection on the issue of critical interculturality as a tool for emancipation and as a theoretical and practical presupposition of the decoloniality of being and knowledge, forms of knowledge, capital and patriarchal forms as forms of oppression. In this article, we will also focus on some of the dilemmas and obstacles that are placed in the first efforts of the construction of indigenous universities. From the principles and concepts of Thomas Khun's epistemology we consider that the coloniality of knowledge and the forms of knowledge of capital and patriarchy internalized operate in a manner like what Khun calls "normal science." We defend that the dialogue between different knowledge and civilizational horizons about the world presupposes profound epistemological and ontological ruptures, prior to the "dialogue between different knowledge".

    • português

      Este artigo é uma reflexão sobre a questão da interculturalidade crítica como uma ferramenta para a emancipação e como pressuposto teórico e prático da decolonialidade do ser e do saber, das formas de conhecimento, do capital e das formas patriarcais enquanto formas de opressão. Neste artigo vamos concentrar-nos também sobre alguns dos dilemas e obstáculos que se colocam aos primeiros esforços de construção das universidades indígenas. A partir dos princípios e conceitos da epistemologia de Thomas Khun, consideramos que a colonialidade do saber e as formas de conhecimento do capital e o patriarcado interiorizados operam de forma semelhante ao que Khun chama de "ciência normal". Defendemos que o diálogo entre saberes e horizontes civilizatórios diferentes e sobre o mundo supõe rupturas epistemológicas e ontológicas profundas, anteriores ao "diálogo entre saberes”.


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