Brasil
En el marco contemporáneo de la globalización, derivan de las agencias multilaterales recomendaciones que buscan reproducir, en los sistemas y políticas de educación superior de las naciones periféricas, la geopolítica de las potencias, lo que genera entre otras estrategias, el uso de una palabra-fuerza: internacionalización. En este trabajo, se presenta casos de dos recién instituidas universidades federales brasileñas orientadas por la perspectiva de la internacionalización, pero que adoptaron como foco la integración regional, de conformidad con los objetivos de la política exterior brasileña de inserción más soberana en el nuevo (des)orden mundial. De esa forma, toman las instituciones universitarias como brazos académicos de la política de relaciones exteriores y contribuyen a otra geopolítica del conocimiento. El texto propone análisis preliminares, por la Sociología Política, de datos recogidos por medio de investigación documental y entrevistas con pro-rectores de esas instituciones en el período 2014-2015.
In the contemporary context of globalization, the recommendations of the multilateral agencies are aimed to reproduce the geopolitics of the powers in the systems and policies of higher education in the peripheral nations. This is done, among other strategies, in the use of a strong word: internationalization. In this paper, we present the cases of two newly established Brazilian federal universities oriented by the perspective of internationalization, but which have focused on regional integration, in accordance with the objectives of the Brazilian foreign policy of more sovereign insertion in the new world order. In this way, they take university institutions as the academic arms of foreign policy and contribute to another geopolitics of knowledge. The text proposes preliminary analyzes by Political Sociology of data collected through documentary research and interviews with pro-rectors of these institutions in the period 2014-2015.
No quadro contemporâneo da globalização, derivam das agências multilaterais recomendações que buscam reproduzir, nos sistemas e políticas de educação superior das nações periféricas, a geopolítica das potências, o que se faz, entre outras estratégias, no uso de uma palavra-força: internacionalização. Neste trabalho, apresentamos os casos de duas recém-implantadas universidades federais brasileiras orientadas pela perspectiva da internacionalização, mas que adotaram como foco a integração regional, em conformidade com os objetivos da política externa brasileira de inserção mais soberana na nova (des)ordem mundial. Dessa forma, tomam as instituições universitárias como braços acadêmicos da política de relações exteriores e contribuem para uma outra geopolítica do conhecimento. O texto propõe análises preliminares, pela Sociologia Política, de dados coletados por meio de pesquisa documental e entrevistas com pró-reitores dessas instituições no período 2014-2015.
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