Trata-se de, através de alguns exemplos retirados da ficção rosiana, discutir as reflexões aí existentes sobre o processo narrativo como necessidade da própria matéria narrada e expressão da ambigüidade que constitui o seu universo: entre o popular e o culto, o oral e o escrito, o rústico e o citadino, a região e o mundo. Essa ambigüidade, por sua vez, é constitutiva do Brasil e de certo modo, da vida do próprio autor.
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