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A remitologização da psique: de Freud a Jung

  • Autores: Carlos Velázquez Rueda
  • Localización: Revista de Humanidades, ISSN-e 2318-0714, Vol. 29, Nº. 1, 2014, págs. 122-132
  • Idioma: portugués
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  • Resumen
    • Neste artigo buscamos de forma introdutória mostrar o redescobrimento do mito como uma condição atuante nos processos simbólicos inconscientes. Para tanto, realizamos uma indução analítica com base na revisão de literatura, utilizando textos teóricos e artigos acadêmicos cujo referencial é a psicologia analítica de Carl Gustav Jung. Partindo da psicanálise freudiana, abordamos a teoria da psicologia analítica de Jung por considerar que nesta, a mitologia adquiri um papel profundamente mais atuante devido aos conceitos de arquétipo, inconsciente coletivo e individuação. O processo de individuação é uma reorganização do ser humano a partir de uma regressão do ego em busca da totalidade do si-mesmo. Este processo apresentasse de forma análoga a uma das funções predominantes do mito, cuja ação é desempenhada principalmente através dos ritos na intenção de proporcionar uma renovação periódica do mundo. No caso da Individuação, através de imagens e símbolos que brotam do inconsciente poderíamos nos deparar com uma possibilidade de reintegração de um estado primordial que acarretaria em uma recriação da integridade psíquica. Intercalamos os conceitos junguianos com o pensamento do historiador das religiões Mircea Eliade que considera símbolo, mito e imagem como pertencentes à substância da vida espiritual e entende o pensamento simbólico como inerente ao ser humano e capaz de revelar as mais secretas modalidades do ser. O pensamento simbólico precede a linguagem e a razão discursiva, sua desvalorização implica na desvalorização do inconsciente e da realidade subjetiva da psique. Reduzir uma imagem a uma terminologia concreta é uma mutilação e somente através do estudo das múltiplas significações das imagens é que poderemos redescobrir a mitologia escondida na vida do homem moderno.


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