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Hannah Arendt e Agamben: o totalitarismo como categoria biopolítica e a politização da vida nas sociedades democráticas liberais

  • Autores: Elivanda Oliveira Silva
  • Localización: Kalagatos: Revista de Filosofia, ISSN-e 1984-9206, ISSN 1808-107X, Vol. 14, Nº. 2, 2017, págs. 271-287
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Hannah Arendt and Agamben: totalitarism as a biopolitic category and the politization of life in liberal democratic societies
  • Enlaces
  • Resumen
    •  O texto tem como objetivo apresentar uma leitura biopolítica da obra de Hannah Arendt, o que requer uma análise da relação entre vida e política, a partir dos elementos biopolíticos contidos na filosofia da autora, especialmente no que diz respeito ao totalitarismo como forma de governo sem precedentes na história da humanidade. Por conseguinte, examinaremos o processo de politização do biológico que elevou a vida a bem supremo, resultando em consequências radicais para o domínio público. Para tanto, lançaremos mão também do arcabouço conceitual de Agamben, principalmente, dos conceitos de vida nua, estado de exceção, homo sacer, para que possamos trazer à luz os elementos biopolíticos que perpassam a obra arendtiana e que fundamentam o jogo político das atuais democracias liberais.  


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