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Las casas patio de Mies van der Rohe: un jardín de la modernidad : una lectura desde el concepto de pluralidad y desde la tercera naturaleza

  • Autores: Germán Ramírez
  • Localización: Dearq, ISSN-e 2215-969X, ISSN 2011-3188, Nº. 19, 2016 (Ejemplar dedicado a: arquitectura y antropología), págs. 140-145
  • Idioma: español
  • Títulos paralelos:
    • As casas-pátio de Mies van der Rohe: um jardim da modernidade: uma leitura a partir do conceito de pluralidade e da terceira natureza
    • Mies van der Rohe’s courtyard houses: a modern garden: an interpretation based on the concept of plurality and “the third way”
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      En este artículo, el proyecto de las casas patio de Mies van der Rohe se plantea como un jardín de la modernidad; en sentido alegórico, como un espacio trascendente que supera el sentido de utilidad. Este singular y emblemático proyecto se comprende en contraposición a una visión positivista y economicista que también ha absorbido la práctica arquitectónica. La lectura que se propone de este proyecto hace una particular mediación con el concepto de pluralidad, de Hannah Arendt en su crítica a la emergencia del Mundo Moderno, y al concepto de la tercera naturaleza o el jardín como arquitectura del paisaje.

    • English

      This article allegorically presents Mies van der Rohe’s courtyard houses project as a modern garden: as a transcendent space that surpasses a sense of utility. This unique and emblematic project can be understood in contrast to a positivist and economistic vision that architecture as a discipline has also absorbed. The suggested way to interpret this project is closely related to Hannah Arendt’s concept of plurality in her critique of the emergence of the modern world and to the concept of “the third way” or the garden as landscape architecture.

    • português

      Neste artigo, o projeto das casas-pátio de Mies van der Rohe se propõe como um jardim da modernidade; em sentido alegórico, como um espaço transcendente que supera o sentido de utilidade. Esse singular e emblemático projeto é compreendido em contraposição a uma visão positivista e economicista que também absorve a prática arquitetônica. A leitura que se propõe desse projeto faz uma particular mediação com o conceito de pluralidade de Hannah Arendt, em sua crítica à emergência do Mundo Moderno, e ao conceito da terceira natureza ou do jardim como arquitetura da paisagem.


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