Os estudos sobre o funcionamento do cérebro revelam os pronunciados riscos de enviesamentos (“biases”) na interpretação do mundo e, nessa medida, na compreensão do Direito. Assim, a hermenêutica jurídica resultará significativamente enriquecida pelo esclarecimento científico desses erros sistemáticos e, ao mesmo tempo, pela sugestão de novos hábitos mentais contra as predisposições tendentes a prejudicar o apropriado processo de tomada da decisão.
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