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O mito da fragilidade nunca vestiu o corpo feminino negro

    1. [1] Universidade do Estado da Bahia

      Universidade do Estado da Bahia

      Brasil

  • Localización: Litterata: Revista do Centro de Estudos Portugueses Hélio Simões, ISSN-e 2526-4850, Vol. 7, Nº. 1, 2017, págs. 56-71
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • The myth of fragility never dressed the black female body
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      In this text, we gather the voices of three black women who speak of a collectivity, and on them, we cast our gaze, highlighting the courage (or daring) they had in breaking the silence to which they were, and to some extent still, Conducted. In this way, they dared to shake off historical stereotypes by re-signifying their processes of (self) formation and empowerment. We will discuss, therefore, the meeting of three Marias, the writers Carolina Maria de Jesus, Maria da Conceição Evaristo de Brito and Margarida Maria de Souza, women who resisted and fought, making use of the word as instrument.

    • português

      Neste texto, reuniremos as vozes de mulheres negras falando de uma coletividade, ou melhor, lançaremos um olhar sobre a singularidade de três mulheres, três vozes negras que ousaram romper com o silêncio ao qual foram, e em alguma medida ainda são, conduzidas. Marcas que estas mulheres ousaram rasurar os estereótipos históricos, ao ressignificarem seus processos de (auto)formação e empoderamento. Deste modo, discorreremos sobre o encontro de Marias, três mulheres negras escritoras, Carolina Maria de Jesus, Maria da Conceição Evaristo de Brito e Margarida Maria de Souza, mulheres que resistiram as lutas, fazendo uso da palavra como instrumento


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