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A europeização no ensino da língua portuguesa presente no conto "Menina Vitória", de Arnaldo Santos", e "Infância", de Graciliano Ramos

    1. [1] Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais

      Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais

      Brasil

  • Localización: Litterata: Revista do Centro de Estudos Portugueses Hélio Simões, ISSN-e 2526-4850, Vol. 7, Nº. 1, 2017, págs. 39-55
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Europeanization in the teaching of portuguese in the short story "a Menina Vitória", by Arnaldo Santos, and “infância”, by Graciliano Ramos
  • Enlaces
  • Resumen
    • português

      Neste artigo será analisado como nos textos literários de língua portuguesa Menina Vitória, de Arnaldo Santos, e Infância, de Graciliano Ramos, é realizado de forma sutil, a denúncia ideológica sobre a forma como a língua portuguesa pode ser ensinada nas escolas de ex-colônias de Portugal. Em ambos textos, tanto no personagem Gigi, quanto no próprio Graciliano, em seu relato autobiográfico, o ensino da língua, tal como é imposto com o viés de superioridade europeia e de pureza da língua, é traumático, doloroso e incondizente com o espaço cultural em que estes personagens habitam. Todavia esperou-se comprovar que a própria forma literária ou estética em que se apresenta a forma de narrar esses textos demonstram que esse autoritário e despótico ensino da língua não sairá vitorioso: em Menina Vitória, aparecem termos em quimbundo e outros da cultura angolana imiscuídos na língua portuguesa; em Infância, a linguagem rebuscada, como um cipoal, encontrada pelo menino-leitor Graciliano, no livro didático do barão de Macaúbas, será totalmente o oposto da futura linguagem do escritor adulto em seu fazer literário: enxuta, seca, econômica e direta. Como amparo teórico foi utilizado Frantz Fanon, Benjamin Abdala Junior e Jacques Rancière. 

    • English

      In this article is analyzed the way that in the Portuguese language’s literary texts “A Menina Vitória”, by Arnaldo Santos, and Infância, by Graciliano Ramos, is made a ideological denunciation about how the Portuguese language can be taught in schools of ex-colonies of Portugal. In both texts and protagonists characters: Gigi and Graciliano (this last one in his autobiographical writing), language teaching is imposed with european superiority and purity of language. Its learning is traumatic, painful and unconditional to the cultural space in which these characters lives. Nevertheless, it’s expected to prove the form that the texts presented itself demonstrates that this authoritarian and despotic teaching of the language will not be victorious: in “A Menina Vitória”, terms appear in quimbundo and others of the angolan culture immersed in the portuguese language. In Infância, the elaborate language, like a maze, founded by the boy-reader Graciliano in the book of the Barão de Macaúbas, is the opposite of the adult writer’s future language that the boy will become in his literary work: lean, dry, economic and direct. As a theoretical support in this article was used Frantz Fanon, Benjamin Abdala Junior and Jacques Rancière.


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