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As tessituras de diálogo: África-diáspora na literatura das escritoras negras Noémia de Sousa, Ntozake Shange e Conceição Evaristo

    1. [1] Universidade Federal de Minas Gerais

      Universidade Federal de Minas Gerais

      Brasil

    2. [2] Universidade de São Paulo

      Universidade de São Paulo

      Brasil

  • Localización: Litterata: Revista do Centro de Estudos Portugueses Hélio Simões, ISSN-e 2526-4850, Vol. 7, Nº. 1, 2017, págs. 104-119
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • The tessitures of Africa-diaspora dialogues in the literature by female black writers Noémia de Sousa, Ntozake Shange and Conceiçao Evaristo
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      The increasing literary production from Black female writers is a, in fact, a worldwide phenomenon, that through the poetic word, establish a literature of resilience, a quilomba space against recurrent gender, race, ethnic and class oppression.

    • português

      A proliferação da produção literária e artística de mulheres negras é um fenômeno que ocorre em escala mundial. Estas mulheres negras, por meio da palavra poética, instauram uma literatura de resistência, um espaço quilombola frente às constantes opressões de gênero, de raça, de etnia e de classe. Escritoras negras como a moçambicana Noémia de Sousa, a estadunidense Ntozake Shange e a brasileira Conceição Evaristo, cada uma escrevendo, sobrevivendo e resistindo em países tão distantes, e ao mesmo tempo com características semelhantes. Para não cair no reducionismo analítico ou em estereotipias, o presente trabalho tem como objetivo apresentar um estudo comparativo dos diálogos África-Diáspora presente nas obras dessas escritoras. Em suma, é possível identificar que na obra de Noémia de Sousa o diálogo é realizado sincronicamente por meio das relações com a contemporaneidade da escritora, enquanto que em Ntozake Shange e Conceição Evaristo o diálogo é diacrônico ao relacionar o presente com o passado escravista de seus países de origem, no entanto, enquanto Shange passadifica o presente, Evaristo presentifica o passado. Dessa forma, as escritoras se posicionam criticamente e politicamente contra as diversas opressões ao criar em suas obras uma estética da resistência.


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