O artigo analisa como, em uma freguesia de pequenas posses, os senhores mantinham suas escravarias na passagem do século XVIII para o XIX frente aos ritmos do tráfico negreiro e as possibilidades de reprodução interna. Nossas principais fontes históricas são listas nominativas, assentos paroquiais e documentação cartorária. Os resultados sugerem que o enraizamento da escravidão na sociedade mineira deveu muito à existência e tenacidade de um amplo setor de pequenos proprietários.
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