RESUMO:Considerando que a (des)reterritorialização não se restringe à exclusividade dos espaços físicos, podendo ser enunciados em espaços narrativos que sintetizam desejos heterogêneos de geograficidade, neste artigo propomos compreender como na obra Roteiro do Tocantins (1943), escrita por Lysias Rodrigues, uma linguagem subjetiva das sensações e sentidos experimentados nas fronteiras amazônicas forja uma figuração imaginativa da des/reterritorialização do próprio autor e dos sertanejos. Palavras-Chave: (des)reterritorialização; narrativa; figuração imaginativa.
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