O artigo busca tratar sobre a intensificação do tráfico de mulheres e homens para o trabalho compulsório, empreendido por luso-brasileiros nas proximidades do estuário do rio Congo, entre 1780-1830 e procura ainda analisar como as mudanças econômicas e sociais advindas da Revolução Industrial interferiram nesta dinâmica. Utilizando-se dos registros obtidos de embarcações de bandeira portuguesa e/ou brasileiras capturadas pela esquadra britânica e custodiados no Arquivo Histórico do Itamaraty. Este mesmo período buscaremos analisar as cidades portuárias luso-brasileiras e africanas envolvidas e os principais produtos utilizados nestas negociações.
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