o artigo pretende oferecer algumas reflexões sobre o contexto da crise do Império que culminou com a proclamação da República em 1889, retomando o debate sobre os fatores que contribuíram para o esgotamento do sistema monárquico brasileiro, levantando elementos teóricos como estruturas de oportunidades e ação política. O artigo apresenta a trajetória de um grupo de intelectuais de São Paulo, procurando mostrar como sua formação acadêmica, suas atividades profissionais e seus engajamentos político-partidários são reveladores da emergência de uma “nova elite” que como estratégia de ação contestadora ao sistema hegemônico lança mão da bandeira republicana, aproveitando as rachaduras do edifício político dominante.
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