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Ílion, a Pátria dos Ventos: O uso da Meteorologia e da Astronomia na Ilíada * Ilion, la Patrie des Vents: l'utilisation de la Meteorologie et l'Astronomie dans l'Iliade

  • Autores: Virgílio de Carvalho
  • Localización: História e Cultura, ISSN-e 2238-6270, ISSN 2238-6270, Vol. 2, Nº. Extra 3, 2013 (Ejemplar dedicado a: Dossiê Debates historiográficos sobre a Antiguidade e o Medievo - dez. (Especial)), págs. 41-56
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Ílion, la patrie des vents:: L'Utilisation de la meteorologie et l'Astronomie dans l'Iliade
  • Enlaces
  • Resumen
    • français

      Dans la Grèce antique, le ciel était personnifié comme l'un des dieux primordiaux du panthéon hellénique. Comme un générateur de tout ce qui existe, Uranus (le Ciel) logé en elle les forces naturelles qui indiquaient la présence des dieux et des Titans. De cette façon, l'observation des ses objets - les meteóroi - a été d'une valeur inestimable à la culture homèrique. Homère éclarait les actions de l'Iliade grâce a des analogies avec les objets célestes, qui, plus tard dans l'IVe siècle av. J.-C., mobiliseraient les regards de Platon et d'Aristote. Les meteóroi, "les objets naturels en suspension dans l'air", ont été décrits par le poète à travers des certaines fonctions narratives de l'histoire, structurant ainsi une proto-météorologie homérique. Cet article cherche alors à soulever certaines normes de description trouvés au cours de la lecture de l'Iliade et quelques considérations qui problématisent le thème pour élucider leur compréhension.

    • português

      Na Grécia Antiga o céu era personificado como um dos deuses primordiais do panteão helênico. Como gerador de tudo o que existe, Urano (Céu) abrigava em seu bojo as forças naturais que indicavam a presença dos deuses e dos titãs. Nessa direção, a observação de seus objetos - os metéoroi - era de inestimável valor para a cultura homérica. Homero iluminou as ações dos heróis da Ilíada por meio de analogias com os objetos celestes, os quais mais tarde no século IV a.C. mobilizariam os olhares de Platão e de Aristóteles. Os meteóroi, "objetos naturais suspensos no ar", foram descritos pelo poeta através de certas funções narrativas da epopeia, estruturando assim uma protometeorologia homérica. O presente trabalho procura então levantar certos padrões expressivos encontrados durante a leitura da Ilíada e algumas considerações que os problematizam de modo a iluminar o entendimento sobre tema.


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