Venezia, Italia
L'objectif de cette brève analyse est d’affronter du point de vue de la perception subjective le thème complexe de l’habiter consciemment. Habiter les lieux est une pratique spontanée, dont nous sommes souvent inconscients; nous ne consacrons toujours assez d'attention aux lieux, parce que nous ne réussissons pas à sortir de l'écoulement acritique des événements. Maintenant, il est indéniable l'étroite relation entre l’urbanisme médiocre et le mépris de la mémoire, avec l’annulation immédiate du signifié profond des lieux. Il en résulte que la réalité géographique la plus profonde on peut connaître seulement que par l'adoption d'une attitude consciente de l'empathie et de la contemplation, en récupérant stratégies d'exploration caractérisée par le rythme lent, en mesure de revenir au voyage émotionnel. Les éléments de l'hydrographie superficielle ont un rôle important dans les topographies émotionnelles de la vie quotidienne. Malgré l’inquiétante dégradation de l'environnement le long de nombreuses segments fluviaux, il est encore possible d'organiser une générale réhabilitation physionomique et fonctionnelle des corridors fluviaux. Chaque petit fleuve ou canal fait partie d’un système régional d'écoulement superficiel et en tant que tel a le pouvoir symbolique de rappeler l'importance pour une communauté à envisager la construction du paysage, mais en réalité tous les paysages, comme un acte de responsabilité et de respect pour les générations futures.
O objetivo desta breve análise é discutir do ponto de vista da percepção subjetiva o complexo tema do habitar conscientemente. Habitar os lugares é uma prática espontânea, da qual normalmente não temos consciência; nós não dedicamos suficiente atenção aos lugares, porque frequentemente não conseguimos escapar do fluxo acrítico dos acontecimentos. Atualmente é inegável que exista uma relação íntima entre o urbanismo medíocre e o desprezo pela memória, com a anulação imediata do significado profundo dos lugares. Disso resulta que a realidade geográfica mais profunda poderá ser conhecida somente com a adoção de uma atitude consciente da empatia e da contemplação, recuperando estratégias de exploração caracterizadas pelo ritmo lento, capaz de retornar à viagem emocional. Os elementos da hidrografia superficial desempenham um papel importante nas topografias emocionais da vida quotidiana. Apesar da inquietante degradação do meio ambiente ao longo dos numerosos segmentos fluviais, é ainda possível organizar uma reabilitação fisionômica e funcional geral dos corredores fluviais adotando as estratégias mais testadas com as imagens ambientais da pós-modernidade. Cada pequeno rio ou canal faz parte de um sistema regional de escoamento superficial e como tal tem o poder simbólico de recordar a uma comunidade a importância de se considerar a construção da paisagem, na realidade de todo o tipo de paisagem, como um ato de responsabilidade e de respeito pelas gerações futuras.
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