O objetivo do artigo é analisar a composição do patrimônio de estâncias de criação de gado em Rio Pardo, RS, no final do século XIX e detectar em que medida a força de trabalho escrava esteve presente nas atividades pastoris. Como foco de análise foram selecionadas as estâncias Nossa Senhora da Vitória e das Pederneiras, dois dos principais empreendimentos criatórios do município. A principal fonte empírica de pesquisa utilizada é constituída de fontes primárias manuscritas. Trata-se dos inventários post mortem de Mathias José Velho, proprietário da Santa Vitória, e do vereador José Ferreira Porto, dono das Pederneiras.
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