O presente artigo aborda a crítica de Husserl ao projeto de naturalização da consciência. O artigo está dividido em duas partes principais: a primeira parte aborda o contrassenso teórico deste projeto, ao passo que a segunda parte trata dos perigos que o mesmo projeto representa para a cultura e, em especial, para a formação da mentalidade do homem europeu. Tal mundaça de foco permitirá a Husserl, a partir da década de 30, analisar a “crise espiritual” vivida pela humanidade europeia.
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