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Amor como um modo existencial de afinação

  • Autores: Acylene Maria Cabral Ferreira
  • Localización: Princípios: Revista de Filosofia, ISSN-e 0104-8694, Vol. 23, Nº. 42, 2016 (Ejemplar dedicado a: Princípios: Revista de Filosofia (UFRN)), págs. 99-124
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Love as an existential mode of attunement
  • Enlaces
  • Resumen
    • Pretendemos responder à pergunta: por que amamos? Pressupomos que amamos porque, enquanto Dasein, somos constituídos por existenciais que nos estruturam como abertura para o ser, para o outro e para o mundo. Nosso objetivo consiste em indicar os conceitos da analítica existencial que, a nosso ver, são basilares para fundamentarmos o amor como um modo de ser do Dasein, isto é, como uma modificação existencial do Dasein enquanto ser-no-mundo. Nossa hipótese consiste em que o amor é um modo ou uma modificação do existencial da disposição (Befindlichkeit), portanto, uma afinação (Stimmung); quer dizer, uma maneira do Dasein estar afinado com alguém ou com algo do mundo. Na primeira parte de nossa exposição, mostraremos por que podemos considerar o amor como uma modificação existencial; na segunda, discutiremos em que medida podemos afirmar que o amor é originário dos existenciais do ser-em, do ser-com e do caráter em-virtude-de (Umwillen).


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