Brasil
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A adjetivação da palavra “ética” tornou-se corriqueira nos mais diversos campos, desde avida comum ao conhecimento acadêmico. Nas práticas de consumo, embora um númerobastante grande de estudiosos se dedique a definir o chamado consumo ético, é quaseausente uma reflexão filosófica sobre o tema. À luz da teoria do discurso de MichelFoucault, o artigo analisa as regras discursivas que podem estruturar uma crítica doenunciado ético de sustentabilidade, ponto de partida para uma discussão mais ampliadaque questiona: como é possível ser livre se a formação discursiva do consumo no seuenunciado de sustentabilidade jamais põe em questão a própria forma histórica doconsumo?
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