Se cree que cambios adaptativos protegen a las poblaciones de gran altitud contra enfermedades inducidas por la altitud, pero no existe información de estudios bien controlados.
En un estudio prospectivo, controlado, evaluamos la prevalencia del mal agudo de montaña (AMS) y la gravedad de la hipoxemia arterial inducida por la altitud, en niños y adolescentes de ascendencia aymara y no-aymara, no aclimatados, durante las primeras 48h tras un rápido ascenso en autobús desde el nivel del mar hasta 3500msnm. Para excluir confusión de efectos protectores conferidos por cambios evolutivos inducidos por haber nacido o vivido a gran altitud, solo se incluyó niños y adolescentes que habían nacido y vivido permanentemente al nivel del mar. En 91 niños y adolescentes (37 de ascendencia aymara de gran altitud y 54 de ascendencia no-aymara) se evaluó el AMS (Lake Louise scoring system) 6, 18 y 42h después de subir a 3500msnm. La prevalencia global (aymaras, 22 de 37, 59%; no-aymaras, 39 de 54, 72%; p=0,26) y la gravedad (aymaras, puntuación promedio de 4,7; no-aymaras, puntuación promedio 4,6; p=0,72) de la AMS, y la hipoxemia arterial inducida por la altitud (82,9 vs 82,5%, p=0,73) fueron semejantes en ambos grupos. Estos resultados proporcionan la primera evidencia de que la ascendencia andina de gran altitud per se no disminuye significativamente la prevalencia de la AMS ni la gravedad de la hipoxemia arterial inducida por la altitud en niños y adolescentes, sugiriendo que la adaptación evolutiva en poblaciones andinas no confiere una importante protección contra estos frecuentes problemas.
It is thought that adaptive changes protect high-altitude populations against altitude-induced diseases, but information from well controlled studies is lacking. In a prospective, controlled study, we assessed the prevalence of acute mountain sickness (AMS) and severity of altitude-induced arterial hypoxemia in non-acclimatized Aymara and non- Aymara children and adolescents during the first 48h after rapid ascent by bus from sea level to 3500masl. To exclude confounding protective effects conferred by developmental changes induced by being born or living at high altitude, only children and adolescents who were born and had been permanently living at sea level were included. In 91 healthy non-acclimatized Chilean children and adolescents (37 with Aymara high-altitude ancestry, 54 non Aymaras), we assessed for AMS (Lake Louise scoring system) 6, 18 and 42h after a 2.5h ascent by bus to a high-altitude research station located at 3500masl. The overall prevalence of AMS (Aymaras, 22 of 37, 59%; non-Aymaras (39 of 54, 72%;
p=0.26) and the severity of AMS (Aymaras, mean score 4.7, nonAymaras, mean score 4.6, p=0.72) and altitude-induced arterial hypoxemia (82.9 vs 82.5%, p=0.73) were comparable in the two groups. These findings provide the first evidence that Andean high-altitude ancestry per se does not decrease significantly the prevalence of AMS and severity of altitude-induced arterial hypoxemia in children and adolescents, suggesting that in Andean populations evolutionary adaptation itself does not confer important protection against these frequent problems
Pensa-se que mudanças adaptativas proteger as populações de alta altitude contra induzida altitude-doenças, mas não existe qualquer informação a partir de um estudo controlado.
Em um estudo prospectivo, controlado, avaliou-se a prevalência de doença aguda montanha (AMS) e gravidade da induzida por altitude hipoxemia arterial em não aclimatado Aymara e as crianças e adolescentes no-Aymara durante as primeiras 48h após a subida rápida de ônibus do nível do mar até 3500msnm. Para excluir confundindo efeitos protetores conferidos por mudanças no desenvolvimento induzidas por ter nascido ou viver em altitude elevada, apenas as crianças e adolescentes que nasceram e tinham sido permanentemente vivem ao nível do mar foram envolvidas. Em 91 crianças e adolescentes (37 com ascendência Aymara de grande altitude, 54 no-Aymaras), foram avaliados para AMS (Lake Louise scoring system) 6, 18 e 42h após uma subida em 3500msnm.
A prevalência geral de AMS (Aymaras, 22 de 37, 59%; no- -Aymaras (39 de 54, 72%; P=0,26) e da gravidade da AMS (Aymaras, pontuação média de 4,7, no-Aymaras, a média de pontuação de 4,6; p=0,72) e hipoxemia arterial induzida pela altitude (82,9 vs 82,5%; p=0,73) foram comparáveis nos 2 grupos. Estes resultados fornecem a primeira evidência de que ascendência andina de grande altitude per se não diminui significativamente a prevalência do AMS e gravidade da hipoxemia arterial induzida pela altitude em crianças e adolescentes, sugerindo que, em populações andinas a própria adaptação evolutiva não confere protecção importante contra esses freqüentes problemas
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