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Embolização de artérias renais para o tratamento da hipertensão arterial não controlada

    1. [1] Residente Medicina Interna, Universidad CES
    2. [2] Medico Nefrólogo, Baxter Colombia, Jefe postgrado Clínico Medicina Interna UPB
  • Localización: Revista CES Medicina, ISSN-e 2215-9177, ISSN 0120-8705, Vol. 30, Nº. 2, 2016 (Ejemplar dedicado a: Publicación anticipada), págs. 181-187
  • Idioma: español
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  • Resumen
    • A causa mais comum e muitas vezes ignorado de hipertensão secundária e resistente é a doença renal parenquimatosa, cuja prevalência está crescendo. Quando se tenha esgotado a terapia anti-hipertensiva oral, podem ser usadas outras medidas não farmacológicas como a embolização de artérias renais, que visa diminuir o estímulo simpático, o estado hiperreninêmico e ativação do sistema renina angiotensina aldosterona que estão aumentados na doença renal crônica. Reportamos o caso de uma mulher com doença renal crônica e em terapia de substituição renal, com mínimo de diurese residual e hipertensão arterial resistente, submetida à embolização de artérias renais com a finalidade de conseguir um melhor controle dos valores da pressão arterial e diminuir o número de medicamentos anti-hipertensivos. Com este procedimento, consegue-se os objetivos propostos, além de uma melhor adesão ao manejo médico e menor probabilidade de internações hospitalares por crise hipertensiva.Pouco existe na literatura sobre a embolização de artérias renais em pacientes em terapia dialítica; no entanto, é possível que uma função renal residual mínima possa levar a estados de hiperatividade simpática e altos níveis de renina circulantes, que pode gerar hipertensão arterial resistente; é aqui onde a embolização de artérias renais teria sua maior utilidade.


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