Brasil
O poeta português António Feliciano de Castilho (1800-1875) não costuma ser apontado como homem político, como acontece com seus contemporâneos João Baptista de Almeida Garrett (1799-1854) e Alexandre Herculano (1810-1877). Pretende-se, neste artigo, acompanhar sua trajetória política a partir do que ele publicou na imprensa periódica, principal campo escolhido por ele para debate de ideias, até o momento em que ele assume a redação de um dos principais periódicos do romantismo português, a Revista Universal Lisbonense, quando ele passa a defender uma aura de neutralidade política tanto para ele quanto para sua revista, por estar sendo publicada durante o governo ditatorial de Costa Cabral, quando a liberdade de imprensa é ameaçada.
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