O debate sobre política e exclusão tem como um de seus direcionamentos a abordagem da imprensa e de seu poder de atuar exercendo persuasão e criando consensos/dissensos. Os momentos de conflitos internacionais são particularmente propícios aos jornais na manipulação de informações e controle de mensagens que predispõem à mobilização. Neste artigo, pretende-se abordar o jornal O Estado de S. Paulo, durante a Primeira Guerra Mundial, com destaque para os textos escritos por Júlio Mesquita em favor do posicionamento do Brasil junto aos Aliados, bem como sua contrapartida: a demonização da Alemanha e dos alemães como agentes destruidores da civilização.
© 2001-2026 Fundación Dialnet · Todos los derechos reservados