This essay discusses some aspects of the dialogue between surrealism, Brazilian naturalism and the novel a.s.a. – associação dos solitários anônimos, written by Rosário Fusco in 1967 and published in 2003. It also shows that the book takes possession of its own literary past, something that reveals the impossible dissociation between the form and content of the novel, which is mostly marked by ambiguity.
Este ensaio aborda alguns aspectos do diálogo de a.s.a. – associação dos solitários anônimos, romance de Rosário Fusco escrito em 1967 e publicado em 2003, com o surrealismo e o naturalismo brasileiro, e, ao problematizar a apropriação desse passado literário, aponta para a indissociabilidade entre conteúdo e forma nessa obra.
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