A atenção à saúde tem sido e continua a ser revolucionada. Tem ocorrido incríveis desenvolvimentos no conhecimento médico e na compreensão dos processos fisiológicos, acompanhados por avanços espetaculares na tecnologia. A estes acrescem as percepções da indústria e as lições apreendidas sobre desenvolvimento organizacional, psicologia e disciplinas das ciências sociais que têm destacado como os profissionais de saúde colaboram e coordenam e interagem com os pacientes e suas famílias, e como estes aspectos podem ser melhorados. A regulação do cuidado à saúde, e em particular a acreditação de organizações de saúde, tem feito importantes, e ainda possivelmente desvalorizadas, contribuições para a revolução em curso. Este trabalho examina esta revolução e considera a questão: o que tem sido o impacto da acreditação da qualidade do atendimento? É realizada uma análise crítica da evidência empírica para o credenciamento, identificação de lacunas na nossa compreensão e discussão das lições aprendidas. São considerados, ainda, os desafios enfrentados pelas agências de acreditação e suas partes interessadas nos seus esforços para fazer avançar a sustentabilidade e a credibilidade dos programas de acreditação.
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