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Da margem à multidão: a centralidade e o êxodo dos pobres

    1. [1] Universidade Federal do Sul da Bahia

      Universidade Federal do Sul da Bahia

      Brasil

  • Localización: Estudos de Literatura Brasileira Contemporânea, ISSN 1518-0158, ISSN-e 2316-4018, Nº. 49, 2016 (Ejemplar dedicado a: Literatura e periferia - Érica Peçanha e Lucía Tennina (Org.)), págs. 105-125
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Del margen a la multitud, la centralidad y el éxodo de los pobres
    • From the margin to the multitude: the centrality and the exodus of the poor
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Con este artículo, buscamos problematizar la percepción de la llamada “escritura periférica” como un diseño cultural y lingüístico que hace frente a un “centro” o “circuito hegemónico” en el cual la periferia debería, una vez superado los antagonismos, ser “incluída”. Teniendo como referencia el concepto de multitud acuñado por Hardt y Negri, proponemos, en cambio, una subversión de esta relación centro/periferia, dando a los pobres y a la literatura marginal una posición central no en relación con otro diseño periférico cualquiera, sino como paradigma de una producción lingüística marcada no por líneas claras de segmentación, sino de resistencia al mismo tiempo comunitaria, en red y sincréticas.

    • English

      With this article we seek to problematize the perception of the so called “periphery literature” as a cultural and linguistic tendency that opposes a center or a “hegemonic circuit” in which the periphery should be “included”, once the antagonisms are overcome. In view of the concept of the multitude offered by thinkers Hardt and Negri, we propose, on the contrary, a subversion of the relation center/periphery, rendering the poor and “marginal” literature a centrality not in relation to yet another peripheral territory, but as paradigm of a linguistic production marked by resistance lines at once communitarian, networked and syncretic.

    • português

      Com este artigo, buscamos problematizar a percepção da chamada “escrita periférica” como um delineamento cultural e linguístico que se confronta com um “centro” ou um “circuito hegemônico” ao qual a periferia deveria ser, uma vez superados os antagonismos, “incluída”. Tendo em vista o conceito de multidão oferecido pelos pensadores Hardt e Negri, propomos, ao contrário, uma subversão desta relação centro/periferia, dando ao pobre e à literatura marginal uma centralidade não em relação a um outro delineamento periférico qualquer, mas enquanto paradigma de uma produção linguística marcada por linhas de resistência a um só tempo comunitárias, em rede e sincréticas.


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