Objetivo: este artigo aborda uma pesquisa de campo, desenvolvida em 2012, junto aos enfermeiros da atenção básica no município do Conde, Estado da Paraíba, onde sua população se declara 69% pardos/negros e 2% indígenas e amarelos. Método: Utilizou-se o método da História Oral Temática. Resultado: como resultado obteve-se quatro tendências de abordagens sobre a espiritualidade, a partir do olhar dos enfermeiros: a do tipo teológico, fundamentada nas crenças judaico-cristãs, foi predominante. Seguindo-se com a racionalizada/leiga; a de cunho energético e a de perspectiva libertadora. Conclusão: considera-se ser preciso avançar com as discussões acerca da espiritualidade e conteúdos afins, para clarificar os significados, as implicações e a subjetividade contida no processo de cuidado do ser humano, independente do grupo étnico ao qual pertença, da religião professada e da não opção por religião formal. É a espiritualidade, e não a religião, que compõe a alternativa de um novo paradigma civilizatório.
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