O objetivo desse trabalho é analisar alguns dos desdobramentos mais significativos do processo crescente de “fragmentação do espaço” urbano em Recife, resultante do modelo de desenvolvimento adotado e orientado segundo uma “lógica vertical” de reprodução capitalista do espaço. Para isso, busca-se compreender a relaçãoentre desenvolvimento e “fragmentação do espaço” urbano, bem como o caráter das práticas de planejamento e gestão urbanos, numa cidade à deriva das estratégias privatizantes do capital imobiliário. Os argumentos reflexivos têm por base uma breve incursão histórica e uma análise concisa do Projeto Novo Recife/PE, um dos principais mega-empreendimentos hoje em evidência nessa cidade.
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