En el siglo XVIII las cofradías con invocación a la Virgen del Rosario o a los santos negros Benito, Ifigenia y Elesban –limitándose a las devociones más populares– fueron numerosas en distintas localidades del mundo atlántico. Llama también la atencion la identificación de estas devociones con los esclavos, libertos y sus descendientes negros libres. Creo que la popularidad de estas invocaciones entre los negros no se puede explicar solo por la historia de la expansión de instituciones católicas y el empeño de sus agentes. En este artículo quiero demostrar que los africanos y sus descendientes han intervenido de manera decisiva en este proceso. En otras palabras, su papel fue fundamental en el proceso de propagación y de popularización de las devociones y de las hermandades negras. Para ilustrar este proceso me dedicaré a la historia de las hermandades y devociones negras en dos territorios del imperio portugués atlántico: el reino de Portugal y las tierras conquistadas de Angola.
In the eighteenth century, confraternities such as that of Our Lady of the Rosary and those dedicated to the black saints Benedict, Iphigenia and Elesban – to mention only the most popular devotions – were common in different areas of the Atlantic World. They were especially popular among people of color, both enslaved and free. In this paper I argue that the popularity of these sodalities should not be understood solely as the result of Catholic expansion. Rather, Africans and their descendents assumed an active role in this process, as important agents in propagating and popularizing the devotions and black confraternities. In order to understand this process I examine the history of black confraternities and devotions in two parts of the Portuguese Atlantic world: the kingdom of Portugal and the territories it conquered in Angola.
No século XVIII, as irmandades com invocação à Virgem do Rosário ou santos negros Benito, e Ifigenia Elesban -limitándose devoções mais-popular eram numerosos em diferentes partes do mundo Atlântico. Também chama a atenção para a identificação destas devoções com os escravos, libertos escravos e descendentes negros livres. Eu acho que a popularidade destes invocações entre os negros não pode ser explicada apenas pela história da expansão das instituições católicas e compromisso de seus agentes. Neste artigo eu quero mostrar que os africanos e seus descendentes têm intervindo de forma decisiva neste processo. Em outras palavras, o seu papel foi fundamental no processo de divulgação e popularização devoções e irmandades negras. Para ilustrar este processo I incidirá sobre a história de irmandades negras e devoções em dois territórios do Império Português do Atlântico: o reino de Portugal e as terras conquistadas Angola.[Tradutor do Google]
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