Este artigo pretende problematizar a prática do skate de rua como objeto de reflexão no âmbito do ensino de Geografia. Objetiva demonstrar como os skatistas protagonizam a ressignificação da cidade através de usos originais do mobiliário urbano. Trata-se de reforçar o movimento que articula as práticas espaciais dos jovens aos conteúdos e temas tradicionais da Geografia. A partir da referência ao conceito de espaço público, busca-se demonstrar que o recurso às práticas cotidianas da juventude permite problematizar conflitos, relações identitárias e processos relacionados à produção social do espaço.
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