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A eletrobras é uma boa gestora de fundos setoriais?: Um estudo sobre a reserva global de reversão

  • Autores: Rudolph Fabiano Alves Pedroza Teixeira
  • Localización: Race: revista de administração, contabilidade e economia, ISSN 1678-6483, ISSN-e 2179-4936, Vol. 14, Nº. 3, 2015 (Ejemplar dedicado a: set./dez.), págs. 957-982
  • Idioma: portugués
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  • Resumen
    • A Eletrobras foi incumbida de financiar o setor elétrico brasileiro por meio dos recursos da Reserva Global de Reversão (RGR). Entretanto, com o advento da Medida Provisória n. 579, de 11 de setembro de 2012, depois convertida na Lei n. 12.783, de 11 de janeiro de 2013, o recolhimento da RGR deixou de ser compulsório. Somado a isso, o Projeto de Lei n. 355, de 2011, considerava que a Eletrobras concentrava as aplicações da RGR nas empresas por ela controladas, em detrimento das demais. A fim de investigar se a Eletrobras é uma boa gestora de recursos públicos e merece uma nova fonte de financiamento para o setor elétrico, verificou-se por intermédio de modelos econométricos que tanto as empresas do grupo Eletrobras quanto as demais grandes empresas são relevantes para explicar as liberações da RGR. Além disso, constatou-se que a Eletrobras, ao liberar recursos da RGR, não fez distinção entre grandes empresas ou pequenas cooperativas de eletrificação rural.


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