Ayuda
Ir al contenido

Dialnet


“Eu me sinto um brasileiro no Japão e um japonês no Brasil”: as relações de trabalho de um casal Dekassegui

    1. [1] PPGA/UFPB
    2. [2] Fundação Joaquim Nabuco - FUNDAJ e Mestrado Profissional em Gestão Empresarial (MPGE/FBV DeVry)
  • Localización: Revista de Administração IMED, ISSN-e 2237-7956, Vol. 5, Nº. 3, 2015 (Ejemplar dedicado a: Setembro-Dezembro), págs. 217-227
  • Idioma: portugués
  • Enlaces
  • Resumen
    • Considerando que as relações de trabalho estão inseridas culturalmente na sociedade, o objetivo deste artigo consiste em compreender os significados culturais atribuídos às experiências de trabalho, sob a perspectiva de um casal dekassegui. Para estudar a interação entre esses dois fenômenos sociais, quais sejam, cultura e relações de trabalho, utilizou-se a conceituação desenvolvida por Fischer (1987). A autora afirma que há três instâncias que determinam os padrões de relações de trabalho – a política, a organização do processo de trabalho e a política de recursos humanos. E, para alcançar um melhor entendimento das perspectivas e visões de mundo dos entrevistados acerca desses fenômenos, realizou-se um estudo qualitativo básico com base em histórias orais de vida e entrevistas em profundidade. A partir dos dados da pesquisa, observou-se que a cultura japonesa atribui ao trabalho os significados de independência, disciplina, hierarquia e eficiência. E os descendentes, em experiência de trabalho no Japão, caracterizam-no como desiguais precários e culturalmente distintos. Assim, é possível afirmar que os dekasseguis se sentem brasileiros no Japão, pela condição de minoria étnica e desigualdade no trabalho, e japoneses no Brasil pelos hábitos e costumes diferentes, fortalecendo o sentimento de desenraizamento.


Fundación Dialnet

Dialnet Plus

  • Más información sobre Dialnet Plus

Opciones de compartir

Opciones de entorno