Historicizar as diversas práticas médicas e doenças ao longo na trajetória das sociedades humanas requer, para o caso da Época Moderna, evocar a atuação dos jesuítas no que toca ao desenvolvimento dos serviços de saúde. Presentes na América portuguesa desde 1549, os inacianos não se restringiram à prática missionária ou educacional. Em inúmeras situações estabeleceram relações profundas com a população nativa e o conhecimento sobre o mundo natural, aplicando-o no receituário de medicamentos desenvolvidos em suas boticas. A partir disso, nosso objetivo é refletir sobre sua contribuição no desenvolvimento de conhecimentos e processos de cura, enfatizando seu desempenho como fundamental para o viver na colônia.
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