O artigo problematiza teses, ditas revisionistas, que ganharam peso na historiografia recente sobre o golpe e a ditadura militar brasileiras (1964-1985). A hipótese central é de que em tais teses se pode reconhecer as marcas de seu pertencimento a modos de ver o poder que se tornaram hegemônicos com a consolidação de formas contemporâneas de poder de classe.
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