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La educación y la época de la evaluación: entre necesidad y contingencia

  • Autores: Guillermo Bustamante Zamudio
  • Localización: Pedagogía y saberes, ISSN 0121-2494, ISSN-e 2500-6436, Nº. 30, 2009 (Ejemplar dedicado a: Temática abierta), págs. 55-64
  • Idioma: español
  • Títulos paralelos:
    • The education and the time of evaluation: between necessity and contingency
    • A educação e a época da avaliação: entre necessidade e contingência
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Hoy la educación pasa por el cálculo: la evaluación externa, mediante pruebas “objetivadas” en procesos matemáticosy políticos, dice más o menos lo que ya se sabe (el resto lo hace circular como “información” en la que se debeempezar a creer); desconoce la educación en términos pedagógicos y epistemológicos e impone otros estadísticos yempresariales. Al aplicarse por razones ajenas a las dinámicas escolares, siembra expectativas contrarias al objetivoque dice inspirarla –mejorar la calidad de la educación, pues ahora la comunidad educativa competirá por resultados,sin que importen los medios. Pero el encuentro educativo es refractario al cálculo: la formación es un efectocontingente de una relación en la que se fuerza al otro con una propuesta cultural que está en sus manos aceptaro no; los efectos se disipan, se dilatan, nunca están en el tiempo justo. Ahora bien, este choque entre necesidad ycontingencia produce un abandono de la oferta constitutiva del acto educativo (el maestro como “facilitador”) a favorde la demanda del cliente.

    • English

      Nowadays education is a matter of calculation: the external evaluation, that made by means of tests objectified into mathematical and political processes, says things more or less already known —the rest circulates as “information” to be believed. It ignores education developed through pedagogy and epistemology, but imposes statistics and management.

      When it is applied to school processes, because of spurious reasons, it creates expectations opposite to the aim supposed as its inspiration: the enhancement of the educational standards. Instead, educational community shall compete for the results, it does not mind what ways are used. Nevertheless, educative engagement is refractory to calculation. Educating is a contingent effect derived from a relationship in which the other is forced on a cultural proposal which he or she can accept or reject. Effects are dissipated, expanded, they are never just on time. On the other hand, this clash between need and contingency produces that the natural offer of the educational fact (the teacher as an easy-maker) is left, for the demand of the client.

    • português

      Na atualidade, a educação tem que ver com o cálculo: a avaliação externa, aplicada através de provas “objetivadas” em processos matemáticos e políticos, informa mais ou menos o que é sabido (o resto o divulga como informação na que se deve crer); desconhece as características pedagógicas e epistemológicas da educação e designa-lhe outras características estadísticas e empresariais. Dado que não é aplicada por razões próprias das dinâmicas da escola, introduz expectativas contrárias ao objetivo que diz inspirá-las –melhorar a qualidade da educação–, já que a comunidade educativa estará forçada a competir pelos resultados sem os médios terem importância. No entanto, o choque educativo resiste ao cálculo: a formação é um efeito contingente de uma relação em que o outro é constrangido por uma proposta cultural que ele pode aceitar ou não. Os efeitos se diferem, se desvanecem ou não se produzem.

      Este conflito entre necessidade e contingência causa desistência da oferta constitutiva do ato educativo (o maestro como “facilitador”) em favor da procura do usuário.


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